Fechado pra balanço

Tava olhando agora o blog Comes e Bebes, de @marcelokatsuki, figurinha que eu conheci (pessoalmente) agora no Festival Gastronômico, e deu uma saudade danada deste cantinho. Lembrei, com um gosto de nostalgia, da quantidade de lugares bacanas – outros nem tanto – que conheci este ano e o desperdício que foi não ter trazido eles pra cá, de maneira mais informal, como pede o selfservice. Nem sei se esse é o suspiro da morte, aquela última melhorada que o defunto dá antes de partir de vez. A verdade é que eu tou tentando mudar um pouco a vida no ano que vem, deixando as coisas, digamos, mais light. E isso inclui ter mais tempo pra me dedicar a projetos pessoais, como este. Bom, chega de blablablá, que comer e falar de comida é mais gostoso!😀

ALGUNS VÍDEOS PRODUZIDOS ESTE ANO

Especial Comer bem: Noronha

Escolha dos mais charmosos do Recife (vídeo 1 e 2)

Nez lança novo cardápio

A massinha

Bolinhas generosas e até o curioso salgado que leva ovo e carne moída

Bolinhas generosas e até o curioso salgado que leva ovo e carne moída

Estou em Rio Claro (SP), visitando o lugar que passei inesquecíveis momentos na minha infância. Voltei para rever a família depois de mais de 20 anos… Nossa, só assim a gente tem idéia de quanto o tempo passou rápido. E aqui também está sendo assim.  É um exercício muito legal ativar a memória guardada, lembrar de alguns detalhes que pareciam estar esquecidos (quando, por exemplo, “matei” um ovo de beija-flor quando fui fuçar o ninho do pobre, ali no caminho da escola onde fiz a 5ª série).

Também foi hora de relembrar o tempero da tia Neta. Que sempre me trazia um chocolate Charge na volta das compras. Lembro que na geladeira tinha sempre sorvete de flocos. Acho que foi aqui que aprendi a gostar tanto do sabor. Até hoje é o meu milk shake preferido.

Em menos de dois dias, já comemos pizza, feijoada branca, churrasco, sopinha da prima Vera (não vou contar nosso segredo sobre o preparo, heim?), coxa de frango recheada, macarrão soltinho na manteiga.

 Mas hoje pela manhã foi a vez de visitar o Le Pastine (As massinhas, traduzindo para o português. A fábrica de salgados é responsável pelas horas não dormidas do primo Carlinhos. Ali, ele e toda a família botam, literalmente, a mão na massa. Antes das 3h da matina já estão de pé pra deixar tudo pronto, crocante e tentadoramente cheiroso para entregar aos clientes – diariamente enrolam mais de mil salgados, entre coxinhas, bolinhos de queijo, esfihas recheadas, espetinhos de peito de frango empanados e vários outros salgadinhos de festa.

A massa dos salgados é preparada com uma batata vinda do Chile. O que confere um sabor todo especial ao produto. Os ingredientes também são de primeira. Do queijo ao frango escolhido para o preparo. Na verdade, o primo não quis revelar, mas eu acho que o segredo de tudo aquilo ali é o carinho e a dedicação com que todos trabalham. Não é mole acordar antes das 2h e dormir antes das 9h de domingo a domingo.

Falei pra ele: quando eu for me aposentar do jornalismo (põe um bom tempo ai, viu?) abro uma franquia do Le Pastine lá no Recife.🙂

Hola amigos!

Alow, pessoal. Nem vou me desculpar pela ausência (sory, sory). Em contrapartida, vou despejar um monte de fotos aqui de uma viagem fast (food) a Buenos Aires. Em quase três dias, foram centenas de medialunas, outras tantas xícaras de café, tangos e muita parrillada. Nem adianta, que agora depois de quase três meses, não vou lembrar mesmo dos endereços. Amigos companheiros de viagem, se lembrarem, plis, colaborem.

Gastronomia sabor multimídia

Na passagem pelo Chiwake, único restaurante peruano da Rua da Hora, o chef Aníbal Fernandes, o Biba, abriu a cozinha da casa para ensinar aos internautas uma receita de cebiche de frutos do mar. O vídeo é apenas um dos que estão no especial. E todos podem ser conferidos aqui. (infelizmente o wordpress não aceita vídeos do UOL Mais e ontem eu fiz o favor de apagar todos os brutos antes de enviar para o Youtube)

Citrico e marcante, cebiche é um dos carros-chefe do Chiwake

Cítrico e marcante, cebiche é um dos carros-chefe do Chiwake

2009 começou com a gota!

Rodrigo é dos bons, viu? Vai no site e vê se não tenho razão.

Rodrigo é dos bons, viu? Vai no site e vê se não tenho razão.

Meus 2 e meio leitores devem ter percebido: o blog andou um tanto quanto parado nesse início de 2009. Ao contrário desse que vos fala, que mal teve tempo de passar por essas paragens. Um dos motivos é nobre e tem tudo a ver com essa casa virtual: eu e minha diletíssima companheira de aventuras gastronômicas, Inesc, estávamos até o pescoço envolvidos em um projeto daqueles gostosos que só ele de fazer: um roteiro da hora do almoço na Rua da Hora. Sem mais delongas, vou deixar que vocês próprios conheçam o especial… mas antes, o textinho que publicamos no JC, anunciando o site:

Meio-dia farto na Rua da Hora

e o relógio bater meio-dia em ponto e você estiver nas proximidades do Espinheiro, com aquela fome, não pense duas vezes. Aponte o GPS (ou se preferir vá a pé) para a Rua da Hora e bom apetite. Com mais de 16 estabelecimentos gastronômicos em funcionamento – e outros perto de inaugurar –, a via, com pouco mais de 1,6 quilômetro, pode ser considerada o melhor lugar na Zona Norte do Recife para quem quer dar uma pausa merecida no trabalho e se dedicar à boa mesa.

Na reportagem especial Hora do Almoço, no canal Gastronomia, o JC OnLine faz um mapeamento completo dos bares e restaurantes que funcionam exclusivamente para almoço naquele endereço. São casas como o Empório Sertanejo que, embora não prepare “oficialmente” pratos para o almoço, tem petiscos que valem por uma refeição, ao agradável Café Porteño, com suas inspirações latinas. Estando lá, difícil mesmo é escolher onde parar. No site, o internauta também vai poder conferir vídeos com frequentadores das casas, receitas e ainda galeria de fotos que estão de dar água na boca. Um mapa aponta a localização das casas e traz o serviço completo dos restaurantes. O especial foi produzido por Gustavo Belarmino e Inês Calado e ganhou design de Rodrigo Paixão.

Voltando aos tempos de infância

 

Goiaba e coco naturais, o do meio é de tangerina artificial

Goiaba e coco naturais, o do meio é de tangerina artificial

Ah, rapaz… Antigamente, não sei se pq o dinheiro era curto, Kibon era mais escasso… Gostava mesmo é de picolé de saquinho (ou sacolé, como gostam de dizer por aí). Comprava um monte… Lembro que tinham até os monstros, com quase 500 ml. Abacate e coco eram os tradicionais, mas a mulher do picolé vendia até de leite com Nescau (gênia!)… 

Criança que era, adorava todos. Principalmente os de essência de morango e creme. Resolvemos fazer um revival aqui em casa. Compramos os saquinhos e minha irmã se incumbiu de fazer os sucos. Sugeri acerola, abacaxi, goiaba, cajá e coco.  Rolou ainda um light (de Clight tangerina) para o meu pai, q precisa passar longe do açúcar.  Das experimentações (sairam três apenas) gostei mais do de coco. O de tangerina ficou muito artificial e o de goiaba ela botou leite, q não aprovei.

Ainda vale aquela idéia lá do Dudu (com vodka deve ficar uma coisa!!)

Agora vai um dos filmes da campanha


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