Alow, pessoal. Nem vou me desculpar pela ausência (sory, sory). Em contrapartida, vou despejar um monte de fotos aqui de uma viagem fast (food) a Buenos Aires. Em quase três dias, foram centenas de medialunas, outras tantas xícaras de café, tangos e muita parrillada. Nem adianta, que agora depois de quase três meses, não vou lembrar mesmo dos endereços. Amigos companheiros de viagem, se lembrarem, plis, colaborem.
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Nicole coisa linda
Publicado Novembro 19, 2008 Viagens Deixar um ComentárioTags: bichos, Nada a ver, nicole

Eu sei que não tem nada a ver com comida, mas não dá vontade de morder?
Cliente: esqueça o psiu e use o Smart-Bell
Publicado Novembro 13, 2008 Viagens Deixar um ComentárioTags: garçon, Mangai, Sino

Depois do Smart-Bell eu fiquei muito mais tranqüilo
Bom garçom, em bom restaurante, lê pensamento. Nem precisa pensar duas vezes. Ele já vem de pronto, com aquele vinho que você só imaginava querer. Mas como nem sempre na vida real é assim, algumas casas já andam inventando moda. Para livrar os seus clientes dos acenos, piscadelas e constrangedores “ei fera, tou chamando faz uma hora…”, a aposta é simples. No Josephine Bistrô (que também fica em São Paulo), para chamar o “amigo”, basta usar o Smart-Bell, também conhecido como o botão do garçom.
Ao clicar na espécie de campainha instalada na mesa, um sinal é emitido para o relógio que fica no pulso do garçom. O relógio indica o número da mesa que está chamando e ainda vibra, para alertar aos mais desatentos – ainda bem que não dá choque. O dono do restaurante, que serve cerca de 10 mil refeições por mês, disse que conseguiu aumentar o faturamento em 20% depois da instalação do equipamento.
EM JOÃO PESSOA – O Smart-Bell, tecnologia criada na Coréia, tem, no Mangai, em João Pessoa, um concorrente menos silencioso. Lá, os garçons não atendem por psiu, amigo, chefe ou coisa parecida. Em cada mesa, no lugar da campainha, um sininho daqueles que ficam no gado. As crianças adoram!
Que tal receber receitas pelo celular?
Publicado Novembro 12, 2008 Viagens Deixar um ComentárioTags: Por lá, tecnologia

Pelo celular, receitas para tentar repetir em casa
Os clientes que forem ao Alimentari, do chef Sergio Arno, em São Paulo (por aqui, assina a instalação do La Pasta Gialla e do Boteco da Pizza), já podem voltar para casa com algumas receitas do restaurante. Aos interessados, basta ativar o Bluetooth do celular para receber o mimo.
Entre as opções: salada de presunto crú com vinagrete de amora; bruschetta de berinjela parmigiana; risotto de camarão com manga; tagliolini ao gengibre tomate e brócolis; risoto de bacalhau; risoto de camarão; camarão crocante de quinoa; tagliatelle tinta de lula ala vodka e ovas de salmão e tagliatelle integral com frango ao curry.
Resta saber quando a novidade chegará por aqui.
Quem for por Sampa e quiser experimentar, o restaurante fica na Rua Pedroso Alvarenga, 500, Itaim Bibi. O telefone é 3167.3609.
Dicas preciosas para evitar o troninho
Publicado Outubro 31, 2008 Viagens 2 ComentáriosTags: óleo, dicas, México, revista
Acordei com uma crise gastrointestinal (hehehe) e terminei levando a minha Revista da Semana para o banheiro. O engraçado é que o texto que mais me chamou a atenção foi justamente um sobre… crises gastrointestinais – ou como fugir delas. A nota fala sobre um manual de sobrevivência em restaurantes desconhecidos, montado por Ricardo Castanho, do Guia Quatro Rodas. Caiu como uma luva. Posso perder as contas das vezes que viajei (até mesmo para uma praia ao lado) e me aventurei por pratos e combinações que me fazem tremer até hoje. Do ovo de codorna molengo, totalmente contra as regras da Anvisa, até o baconzitos gigantesco, banhado em óleo de maiz, na Cidade do México. Ambos me deram horas de suplício, no último caso, no avião de volta ao Brasil. Inesquecível.

Nem concordo com tudo, mas tenho que dar razão a alguns tópicos
Depois de ler as dicas do guia, confira abaixo o que você NÃO deve fazer.

O povo ainda recheia com limão e bastante chili

A prova do crime que me sentenciou a um retorno de rei
Tempeiro de baiana
Publicado Setembro 17, 2008 Viagens 1 ComentárioTags: acarajé, bahia, juazeiro, tempero

Os de Juazeiro são os melhores
A pedidos, fui lá no meu arquivo de delícias pra buscar essa foto aí. Quantas boas lembranças, não só do acarajé de Juazeiro, que é o melhor que já experimentei, mas de toda a viagem gastronômica pelo Sertão de Pernambuco. Foi por lá que aprendi a comer bode, bom e barato!
Aliás, por falar em avião, o que são aquelas refeições da TAM, heim? Já comi umas duas versões do cardápio regional deles e fiquei meio assustado. Na primeira, foi macaxeira com “carne seca”. Difícil de cortar com aqueles talheres plásticos, a carne era seca-sol-à-pino. Na sobremesa, ambrosia. Taí, tava até boa. Na outra vez, a opção era “couscous” com frango ensopado. Picante como o quê, a galinha pelo menos era mais macia para cortar. A milharina tava muito mais ensopada que o frango, viu? Nas viagens noturnas, ponto para o sanduíche quente, com creme de ervilhas. A sopinha, embora muito marketing Knorr cores, agradou.

Alguém vai de baconzitos gigante?
Sim, amo comer besteira. E, quanto mais colorida, mais dá vontade de experimentar. Meus amigos já sabem que não posso passar perto de um freezer da Kibom com um picolé novo que já tiro a carteira pra comprar. Mas há certas horas que a curiosidade nem sempre é amiga do seu estômago. Os salgadinhos aí em cima comprovam o que tô falando. A foto ainda é da série México e mostra os salgadinhos vendidos em toda esquina. Claro que eu comprei um baconzitos gigante (frito naquele óleo do post anterior) e tinha que ser na véspera da viagem de volta ao Brasil. Lindo né? Tive uma dor de barriga certeira no avião.

Tacos escondidinhos para não esfriar
Sempre adorei tirar fotos de comida, tanto quanto comê-las. É um hábito que, se não profissional, pode ser considerado uma pagação de mico. Mas gosto da textura, dos macros, da forma como elas se apresentam, bem mais próximas e coloridas, com detalhes que a fome não nos deixa ver. Pena que as imagens não têm cheiro. Aliás, melhor que não tenham mesmo. Embora adore experimentar de tudo, algumas coisas não me deixarão saudades. Uma delas é o cheiro impregnante de óleo de “maiz”, o milho caracterísitico da Cidade do México. Por lá, tudo é frito ou feito com o grão. Por isso que a comida mexicana do Brasil é bem mais gostosa.









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