Arquivo de janeiro \30\UTC 2009

Gastronomia sabor multimídia

Na passagem pelo Chiwake, único restaurante peruano da Rua da Hora, o chef Aníbal Fernandes, o Biba, abriu a cozinha da casa para ensinar aos internautas uma receita de cebiche de frutos do mar. O vídeo é apenas um dos que estão no especial. E todos podem ser conferidos aqui. (infelizmente o wordpress não aceita vídeos do UOL Mais e ontem eu fiz o favor de apagar todos os brutos antes de enviar para o Youtube)

Citrico e marcante, cebiche é um dos carros-chefe do Chiwake

Cítrico e marcante, cebiche é um dos carros-chefe do Chiwake

2009 começou com a gota!

Rodrigo é dos bons, viu? Vai no site e vê se não tenho razão.

Rodrigo é dos bons, viu? Vai no site e vê se não tenho razão.

Meus 2 e meio leitores devem ter percebido: o blog andou um tanto quanto parado nesse início de 2009. Ao contrário desse que vos fala, que mal teve tempo de passar por essas paragens. Um dos motivos é nobre e tem tudo a ver com essa casa virtual: eu e minha diletíssima companheira de aventuras gastronômicas, Inesc, estávamos até o pescoço envolvidos em um projeto daqueles gostosos que só ele de fazer: um roteiro da hora do almoço na Rua da Hora. Sem mais delongas, vou deixar que vocês próprios conheçam o especial… mas antes, o textinho que publicamos no JC, anunciando o site:

Meio-dia farto na Rua da Hora

e o relógio bater meio-dia em ponto e você estiver nas proximidades do Espinheiro, com aquela fome, não pense duas vezes. Aponte o GPS (ou se preferir vá a pé) para a Rua da Hora e bom apetite. Com mais de 16 estabelecimentos gastronômicos em funcionamento – e outros perto de inaugurar –, a via, com pouco mais de 1,6 quilômetro, pode ser considerada o melhor lugar na Zona Norte do Recife para quem quer dar uma pausa merecida no trabalho e se dedicar à boa mesa.

Na reportagem especial Hora do Almoço, no canal Gastronomia, o JC OnLine faz um mapeamento completo dos bares e restaurantes que funcionam exclusivamente para almoço naquele endereço. São casas como o Empório Sertanejo que, embora não prepare “oficialmente” pratos para o almoço, tem petiscos que valem por uma refeição, ao agradável Café Porteño, com suas inspirações latinas. Estando lá, difícil mesmo é escolher onde parar. No site, o internauta também vai poder conferir vídeos com frequentadores das casas, receitas e ainda galeria de fotos que estão de dar água na boca. Um mapa aponta a localização das casas e traz o serviço completo dos restaurantes. O especial foi produzido por Gustavo Belarmino e Inês Calado e ganhou design de Rodrigo Paixão.

Voltando aos tempos de infância

 

Goiaba e coco naturais, o do meio é de tangerina artificial

Goiaba e coco naturais, o do meio é de tangerina artificial

Ah, rapaz… Antigamente, não sei se pq o dinheiro era curto, Kibon era mais escasso… Gostava mesmo é de picolé de saquinho (ou sacolé, como gostam de dizer por aí). Comprava um monte… Lembro que tinham até os monstros, com quase 500 ml. Abacate e coco eram os tradicionais, mas a mulher do picolé vendia até de leite com Nescau (gênia!)… 

Criança que era, adorava todos. Principalmente os de essência de morango e creme. Resolvemos fazer um revival aqui em casa. Compramos os saquinhos e minha irmã se incumbiu de fazer os sucos. Sugeri acerola, abacaxi, goiaba, cajá e coco.  Rolou ainda um light (de Clight tangerina) para o meu pai, q precisa passar longe do açúcar.  Das experimentações (sairam três apenas) gostei mais do de coco. O de tangerina ficou muito artificial e o de goiaba ela botou leite, q não aprovei.

Ainda vale aquela idéia lá do Dudu (com vodka deve ficar uma coisa!!)

Agora vai um dos filmes da campanha

Resoluções de Ano Novo

1 – Usar de fato a agenda
2 – Fazer um check-up
3 – Cortar supérfluos
4 – Economizar dinheiro
5 – Quitar os débitos
6 – Parar de tomar refrigerantes
7 – Comer coisas mais saudáveis
 

)

Pen drive de lançamento do Coca-cola Big Splash, nova etapa da campanha Viva o lado Coca-cola da vida. Texto do release que veio junto com o brinquedinho: "A partir desta quinta-feira (08) entra no ar, em rede nacional, a nova campanha da Coca-Cola, Big Splash, voltada para o público jovem, sobretudo adolescentes ligados em tecnologia, que ditam tendências e lançam moda pela internet". Ok, convenceu! :)

Receita pra ficar bem…

...

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Dias de banquete e dias de prato vazio… Hoje estou me sentindo assim, sem empolgação, sem apetite.

Os argentinos são os melhores…

 

Doce como a vida deve ser...

Doce como a vida deve ser...

Na minha geladeira tem goiabada cascão, creme de leite, geléia de framboesa… Sempre tem sorvete de creme com passas,   muitas vezes biscoito (gosto deles gelados) e chocolate. Mas o que acaba mais rápido, sempre, é o doce de leite. Gosto de comer o doce de leite de colheradas, no plural. Apesar de ficar enjoado depois, é o meu doce preferido. Gosto dele em barra, no saquinho (doce sabor de infância) ou em bolotas açucaradas, que a gente compra no Rei da Coxinha, em Gravatá. Mas os melhores mesmo, nem vou negar, são os argentinos… O que são os doces de leite argentinos??? Tem uma sorveteria lá em Buenos Aires (Freddo, se não me engano) que tem um sorvete de doce de leite com doce de leite natural na composição… Voltaria lá só para tomar novamente. E foi esse meu desejo por doce de leite (muito mais que por chocolates) que me fez comprar esse potão (La Salamandra) que ilustra a foto. Foi lá no Sam’s Club e custou R$ 9,90. Vamos ver o quanto dura!

Nada mal para o jantar…

 

Cabrito e couscous marroquino

Cabrito e couscous marroquino

E que tal uma incrementada no jantar no meio da semana? A carne nem é das mais fáceis de preparar, mas com carinho e um pouco de improviso, tudo fica muito gostoso. Para a receita aí de cima, preparamos uma costela de cabrito com bastante cebola e geléia de framboesa (lembra do cheese cake lá embaixo?). Entre os ingredientes, azeite extra-virgem, abobrinha, amêndoas, beringela, tomate e pimentão. Sem esquecer da pimenta moída, claro!

Minicaixa para fome pequena

Sabe esses dias que você não tá a fim de sair de casa? Hoje eu tinha milhares de razões para ir à rua e outros tantos para me manter enclausurado. Venceu a clausura, por um motivo até nobre… Iria (no passado) acompanhar uma amiga numa ida ao veterinário com a gatinha dela. A Claro terminou atrapalhando a conjuntura astral e deu tudo errado.

Sendo assim, vamos catar um delivery. Sempre que penso no assunto, me vem sanduba à cabeça. Mas não tava a fim de sanduba também. Eis que resolvi pedir chinês (a segunda comida que aparece quando o assunto é entrega). E se pensou em chinês, duas alternativas: ou o chinês da 48 ou o China in Box. Venceu a segunda opção, pelas porções mais, digamos, individuais…

Cabe tudo numa caixinha tamanho PPP

Cabe tudo numa caixinha tamanho PPP

 Pedi um frango a passarinho no box jr., o menor que tem. E só… Nem quis rolinho, nem refri, que tem um estoque aqui em casa. R$ 15,30, com entrega… Mas realmente a comida é para um pinto, a caixinha é mínima e só vem 4 pedaços de frango. Pelo menos estava gostoso. E eu ganhei um adesivo com o cardápio pra colar na geladeira.

Quero ser Jonh Malcovich

Eu também sei desenhar no paint brush (huhuu)

Eu também sei desenhar no paint brush (huhuu)

AnaQ, eu também sei desenhar no paint brush, tá? Suas “telas” são fantásticas. Dizem muito de você e do seu mundo igualmente fantástico. Invista, um dia a gente faz uma expô virtual das suas obras!

No primeiro dia do ano…

 

Frutos do mar e legumes do Biruta

Frutos do mar e legumes do Biruta

Nada melhor, no primeiro dia do ano, que reencontrar velhos amigos e sair para botar o papo em dia. Difícil mesmo foi encontrar lugares abertos na cidade. A propósito, vou abrir uma pausa para um questionamento:  como é que uma cidade que se propõe turística, que ficou com quase 100% de seus hotéis lotados, fecha seus melhores bares e restaurantes?

Sorte nossa que o Biruta, o único representante de praia da cidade, estava aberto. Apesar do atendimento não estar dos melhores (deve ser síndrome do dia primeiro), o clima estava super agradável.  Amigo da vez que sou, fiquei só na água de coco. Mas não me furtei de pedir um espetinho de frutos do mar, que vem com abobrinha, camarão, peixe e lula, com um molho de fruta da estação (era caju ou cajá, não lembro agora!).

O Biruta fechou cedo e a noite ainda era uma criança. Tentamos ir ao Boteco, mas o pessoal de lá também não estava preparado. A movimentação ao longo do dia esvaziou os freezers e a cerveja acabou. Seguimos para o Dona Carolina que, apesar do couvert de R$ 15, fez a nossa noite terminar em grande estilo. Que venham os próximos dias de 2009.

Da passagem pelo Rio…

Apesar de não ter feito fotos em todos os lugares que passamos, vale a pena o registro:

O "nosso" feijão tropeiro do Gula gula

O "nosso" feijão tropeiro do Gula gula

GASTRONOMIA BOSSA NOVA – No primeiro dia da viagem, fomos comer no Gula gula de Ipanema, que já é praticamente uma instituição no Rio de Janeiro. Não é necessáriamente uma novidade para mim, mas sempre é muito bom voltar lá. Grata surpresa foi conhecer o cardápio novo do restaurante, que dá aquela incrementada na culinária tipicamente nacional. Desta vez, escolhi o “Nosso” baião de dois. Prato que reinventa a receita acrescentando arroz negro, feijão de corda, carne seca e linguiça calabresa “puxadinhos ” na frigideira com cubos de queijo coalho e couve frita. Vale muito experimentar, mesmo que você tenha saído da terra do baião de dois.

CREPE INDIANO - Na linha natureba que dá o tom de Ipanema, fomos conhecer o Líquido, restaurante de cozinha rápida que fica na Rua Barão da Torre, em frente à praça Nossa Senhora da Paz. Bem transadinho o lugar, o destaque fica por conta das dosas, crepes indianos feitos com massa de farinha de arroz basmati e lentilha e que podem levar ingredientes como frango ao curry, atum com castanha de caju, lâminas de abacate, tudo acompanhado de chutney de goiaba, manga ou tomate. Pra acompanhar, peça um sucão de 500ml. Ainda há opções de chás com gelo de suco de fruta.

Milk shake dos bons: mais sorvete que leite

DEPOIS DO SHOW – Como o propósito maior da viagem foi assisitir ao show da Madonna, não poderia deixar de citá-lo aqui. Mas vai ser bem en passant, até porque o que interessa mesmo é o que comemos depois de tanto pular na chuva. Pois bem, a opção “recuperar as energias” da viagem foi o Bibi Sucos. Como estava com desejo de comer um sanduíche que levasse abacaxi desde que cheguei, a pedida foi perfeita. Pedi um exagerado sanduba de filé (com queijo prato e abacaxi grelhado) com batata frita. Para acompanhar um milk shake de chocolate com bastante calda – porque ninguém é obrigado a passar tanto tempo light!!!

44 sabores para ficar indeciso

Sorvete Itália: 44 sabores para ficar indeciso

GLICOSE GELADA – Agora vem a hora das sobremesas. Apesar da chuva que insistia em cair o tempo todo, paramos em duas sorveterias que eu indico (também em Ipanema, já que nosso circuito ficou um pouco restrito). Sorvete Itália, que tem um de chocolate com amêndoas imperdível e um picolé de doce de leite bom demais.   A segunda foi a Sorveteria Brasil – é daquelas boas para quem curte sorvete de frutas… Parafraseando AnaQ:  para doces eu também tenho paladar infantil, então fiquei no chocolate de novo!

Repeteco em Ipanema

No caminho da praia, o Delirio tropical

No caminho da praia, o Delírio tropical

O nome não é dos melhores, mas o Delírio tropical é desses lugares em que a qualidade sobrepõe o clichê. Em esquema de bufê de saladas (você escolhe a combinação com um, dois ou três sabores e ainda pode acrescentar grelhados e quiches) o restaurante fica em um agradável prédio em Ipanema, na rua Garcia D’Ávila, 48. Funcionando ali desde 2003 (existem outras unidades mais antigas na cidade), as filas comprovam o sucesso do lugar. Agradou tanto que, dos cinco dias que passamos no Rio de Janeiro, voltamos lá pelo menos duas vezes.   

É que de tantas opções – e cardápios distintos em diferentes dias da semana – além do preço convidativo (a combinação mais cara saia por R$11.90, sem o grelhado), ficou difícil resistir. Além do mais, ficava a apenas uma quadra da casa em que ficamos hospedados. E como falamos em opções, aqui vão algumas disponíveis no cardápio do dia:

Uma das muitas combinações possiveis do Delirio tropical

Uma das muitas combinações possíveis do Delírio tropical

 Lívia (berinjela assada, tomate, ricota, alho poró, gergelim preto e molho de gorgonzola com maionese), Tabule delírio (trigo de quibe, quinua, pepino fresco, tomate, cebolinha, salsa, hortelã, suco de limão, azeite e sal), Yasmin(acelga, morango, manga, maçã assada, passas e molho iogurte light e frutose) e a indefectível Rodrigo (abacaxi, banana, frango, passas, granola, molho de maionese com curry).

Devassa danada!

 

Pra não dizer que não falei dos chopes

Pra não dizer que não falei dos chopes

Claro que viagem que começa corrida, termina corrida. Relaxados que estávamos após o jantar, paramos no aeroporto para tomar um chope, logo depois de fazer o check-in. Assim, o retorno seria mais tranquilo. Que? Última chamada São Paulo/Recife… E tome pagar as contas nas pressas e correr para pegar o ônibus que levava ao avião. Tudo isso por causa de uma devassa…

A insustentável leveza

Essa vai ficar lembrada como a refeição mais tranqüilizante do ano passado. Afinal, foi a única parada realmente light da última viagem que fiz a São Paulo – depois de um vôo perdido, embarque na madrugada em vôo internacional e zero hora de sono, tudo terminou bem. Antes de pegar o vôo de volta (menos de 24h depois do início desta maratona), paramos no Insalata, restaurante aconchegante de saladas e grelhados na frente do hotel onde ficamos (Alameda Campinas, 1474, Jardins).

O tempo era curto, portanto o cardápio era ideal. Escolhemos uma escolhemos uma “bruschetta especial”, com brie, mel e presunto cru. Sem comentários. Depois, foi a vez da salada. Para a salada, escolhi a “Casablanca”, composta por mix de folhas verdes, cuscuz marroquino, uva passa, frango desfiado, amêndoas, tomate cereja, pimentôes e molho à base de azeite extra virgem.

As bruschettas com pão crocante e queijo brie não levam tomate

As bruschettas com pão crocante e queijo brie não levam tomate

 

Salada de cuscuz - mistura interessante

Salada de cuscuz - mistura interessante


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