Fechado pra balanço

Tava olhando agora o blog Comes e Bebes, de @marcelokatsuki, figurinha que eu conheci (pessoalmente) agora no Festival Gastronômico, e deu uma saudade danada deste cantinho. Lembrei, com um gosto de nostalgia, da quantidade de lugares bacanas – outros nem tanto – que conheci este ano e o desperdício que foi não ter trazido eles pra cá, de maneira mais informal, como pede o selfservice. Nem sei se esse é o suspiro da morte, aquela última melhorada que o defunto dá antes de partir de vez. A verdade é que eu tou tentando mudar um pouco a vida no ano que vem, deixando as coisas, digamos, mais light. E isso inclui ter mais tempo pra me dedicar a projetos pessoais, como este. Bom, chega de blablablá, que comer e falar de comida é mais gostoso! :-D

ALGUNS VÍDEOS PRODUZIDOS ESTE ANO

Especial Comer bem: Noronha

Escolha dos mais charmosos do Recife (vídeo 1 e 2)

Nez lança novo cardápio

A massinha

Bolinhas generosas e até o curioso salgado que leva ovo e carne moída

Bolinhas generosas e até o curioso salgado que leva ovo e carne moída

Estou em Rio Claro (SP), visitando o lugar que passei inesquecíveis momentos na minha infância. Voltei para rever a família depois de mais de 20 anos… Nossa, só assim a gente tem idéia de quanto o tempo passou rápido. E aqui também está sendo assim.  É um exercício muito legal ativar a memória guardada, lembrar de alguns detalhes que pareciam estar esquecidos (quando, por exemplo, “matei” um ovo de beija-flor quando fui fuçar o ninho do pobre, ali no caminho da escola onde fiz a 5ª série).

Também foi hora de relembrar o tempero da tia Neta. Que sempre me trazia um chocolate Charge na volta das compras. Lembro que na geladeira tinha sempre sorvete de flocos. Acho que foi aqui que aprendi a gostar tanto do sabor. Até hoje é o meu milk shake preferido.

Em menos de dois dias, já comemos pizza, feijoada branca, churrasco, sopinha da prima Vera (não vou contar nosso segredo sobre o preparo, heim?), coxa de frango recheada, macarrão soltinho na manteiga.

 Mas hoje pela manhã foi a vez de visitar o Le Pastine (As massinhas, traduzindo para o português. A fábrica de salgados é responsável pelas horas não dormidas do primo Carlinhos. Ali, ele e toda a família botam, literalmente, a mão na massa. Antes das 3h da matina já estão de pé pra deixar tudo pronto, crocante e tentadoramente cheiroso para entregar aos clientes – diariamente enrolam mais de mil salgados, entre coxinhas, bolinhos de queijo, esfihas recheadas, espetinhos de peito de frango empanados e vários outros salgadinhos de festa.

A massa dos salgados é preparada com uma batata vinda do Chile. O que confere um sabor todo especial ao produto. Os ingredientes também são de primeira. Do queijo ao frango escolhido para o preparo. Na verdade, o primo não quis revelar, mas eu acho que o segredo de tudo aquilo ali é o carinho e a dedicação com que todos trabalham. Não é mole acordar antes das 2h e dormir antes das 9h de domingo a domingo.

Falei pra ele: quando eu for me aposentar do jornalismo (põe um bom tempo ai, viu?) abro uma franquia do Le Pastine lá no Recife. :)

Hola amigos!

Alow, pessoal. Nem vou me desculpar pela ausência (sory, sory). Em contrapartida, vou despejar um monte de fotos aqui de uma viagem fast (food) a Buenos Aires. Em quase três dias, foram centenas de medialunas, outras tantas xícaras de café, tangos e muita parrillada. Nem adianta, que agora depois de quase três meses, não vou lembrar mesmo dos endereços. Amigos companheiros de viagem, se lembrarem, plis, colaborem.

Gastronomia sabor multimídia

Na passagem pelo Chiwake, único restaurante peruano da Rua da Hora, o chef Aníbal Fernandes, o Biba, abriu a cozinha da casa para ensinar aos internautas uma receita de cebiche de frutos do mar. O vídeo é apenas um dos que estão no especial. E todos podem ser conferidos aqui. (infelizmente o wordpress não aceita vídeos do UOL Mais e ontem eu fiz o favor de apagar todos os brutos antes de enviar para o Youtube)

Citrico e marcante, cebiche é um dos carros-chefe do Chiwake

Cítrico e marcante, cebiche é um dos carros-chefe do Chiwake

2009 começou com a gota!

Rodrigo é dos bons, viu? Vai no site e vê se não tenho razão.

Rodrigo é dos bons, viu? Vai no site e vê se não tenho razão.

Meus 2 e meio leitores devem ter percebido: o blog andou um tanto quanto parado nesse início de 2009. Ao contrário desse que vos fala, que mal teve tempo de passar por essas paragens. Um dos motivos é nobre e tem tudo a ver com essa casa virtual: eu e minha diletíssima companheira de aventuras gastronômicas, Inesc, estávamos até o pescoço envolvidos em um projeto daqueles gostosos que só ele de fazer: um roteiro da hora do almoço na Rua da Hora. Sem mais delongas, vou deixar que vocês próprios conheçam o especial… mas antes, o textinho que publicamos no JC, anunciando o site:

Meio-dia farto na Rua da Hora

e o relógio bater meio-dia em ponto e você estiver nas proximidades do Espinheiro, com aquela fome, não pense duas vezes. Aponte o GPS (ou se preferir vá a pé) para a Rua da Hora e bom apetite. Com mais de 16 estabelecimentos gastronômicos em funcionamento – e outros perto de inaugurar –, a via, com pouco mais de 1,6 quilômetro, pode ser considerada o melhor lugar na Zona Norte do Recife para quem quer dar uma pausa merecida no trabalho e se dedicar à boa mesa.

Na reportagem especial Hora do Almoço, no canal Gastronomia, o JC OnLine faz um mapeamento completo dos bares e restaurantes que funcionam exclusivamente para almoço naquele endereço. São casas como o Empório Sertanejo que, embora não prepare “oficialmente” pratos para o almoço, tem petiscos que valem por uma refeição, ao agradável Café Porteño, com suas inspirações latinas. Estando lá, difícil mesmo é escolher onde parar. No site, o internauta também vai poder conferir vídeos com frequentadores das casas, receitas e ainda galeria de fotos que estão de dar água na boca. Um mapa aponta a localização das casas e traz o serviço completo dos restaurantes. O especial foi produzido por Gustavo Belarmino e Inês Calado e ganhou design de Rodrigo Paixão.

Voltando aos tempos de infância

 

Goiaba e coco naturais, o do meio é de tangerina artificial

Goiaba e coco naturais, o do meio é de tangerina artificial

Ah, rapaz… Antigamente, não sei se pq o dinheiro era curto, Kibon era mais escasso… Gostava mesmo é de picolé de saquinho (ou sacolé, como gostam de dizer por aí). Comprava um monte… Lembro que tinham até os monstros, com quase 500 ml. Abacate e coco eram os tradicionais, mas a mulher do picolé vendia até de leite com Nescau (gênia!)… 

Criança que era, adorava todos. Principalmente os de essência de morango e creme. Resolvemos fazer um revival aqui em casa. Compramos os saquinhos e minha irmã se incumbiu de fazer os sucos. Sugeri acerola, abacaxi, goiaba, cajá e coco.  Rolou ainda um light (de Clight tangerina) para o meu pai, q precisa passar longe do açúcar.  Das experimentações (sairam três apenas) gostei mais do de coco. O de tangerina ficou muito artificial e o de goiaba ela botou leite, q não aprovei.

Ainda vale aquela idéia lá do Dudu (com vodka deve ficar uma coisa!!)

Agora vai um dos filmes da campanha

Resoluções de Ano Novo

1 – Usar de fato a agenda
2 – Fazer um check-up
3 – Cortar supérfluos
4 – Economizar dinheiro
5 – Quitar os débitos
6 – Parar de tomar refrigerantes
7 – Comer coisas mais saudáveis
 

)

Pen drive de lançamento do Coca-cola Big Splash, nova etapa da campanha Viva o lado Coca-cola da vida. Texto do release que veio junto com o brinquedinho: "A partir desta quinta-feira (08) entra no ar, em rede nacional, a nova campanha da Coca-Cola, Big Splash, voltada para o público jovem, sobretudo adolescentes ligados em tecnologia, que ditam tendências e lançam moda pela internet". Ok, convenceu! :)

Receita pra ficar bem…

...

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Dias de banquete e dias de prato vazio… Hoje estou me sentindo assim, sem empolgação, sem apetite.

Os argentinos são os melhores…

 

Doce como a vida deve ser...

Doce como a vida deve ser...

Na minha geladeira tem goiabada cascão, creme de leite, geléia de framboesa… Sempre tem sorvete de creme com passas,   muitas vezes biscoito (gosto deles gelados) e chocolate. Mas o que acaba mais rápido, sempre, é o doce de leite. Gosto de comer o doce de leite de colheradas, no plural. Apesar de ficar enjoado depois, é o meu doce preferido. Gosto dele em barra, no saquinho (doce sabor de infância) ou em bolotas açucaradas, que a gente compra no Rei da Coxinha, em Gravatá. Mas os melhores mesmo, nem vou negar, são os argentinos… O que são os doces de leite argentinos??? Tem uma sorveteria lá em Buenos Aires (Freddo, se não me engano) que tem um sorvete de doce de leite com doce de leite natural na composição… Voltaria lá só para tomar novamente. E foi esse meu desejo por doce de leite (muito mais que por chocolates) que me fez comprar esse potão (La Salamandra) que ilustra a foto. Foi lá no Sam’s Club e custou R$ 9,90. Vamos ver o quanto dura!

Nada mal para o jantar…

 

Cabrito e couscous marroquino

Cabrito e couscous marroquino

E que tal uma incrementada no jantar no meio da semana? A carne nem é das mais fáceis de preparar, mas com carinho e um pouco de improviso, tudo fica muito gostoso. Para a receita aí de cima, preparamos uma costela de cabrito com bastante cebola e geléia de framboesa (lembra do cheese cake lá embaixo?). Entre os ingredientes, azeite extra-virgem, abobrinha, amêndoas, beringela, tomate e pimentão. Sem esquecer da pimenta moída, claro!

Minicaixa para fome pequena

Sabe esses dias que você não tá a fim de sair de casa? Hoje eu tinha milhares de razões para ir à rua e outros tantos para me manter enclausurado. Venceu a clausura, por um motivo até nobre… Iria (no passado) acompanhar uma amiga numa ida ao veterinário com a gatinha dela. A Claro terminou atrapalhando a conjuntura astral e deu tudo errado.

Sendo assim, vamos catar um delivery. Sempre que penso no assunto, me vem sanduba à cabeça. Mas não tava a fim de sanduba também. Eis que resolvi pedir chinês (a segunda comida que aparece quando o assunto é entrega). E se pensou em chinês, duas alternativas: ou o chinês da 48 ou o China in Box. Venceu a segunda opção, pelas porções mais, digamos, individuais…

Cabe tudo numa caixinha tamanho PPP

Cabe tudo numa caixinha tamanho PPP

 Pedi um frango a passarinho no box jr., o menor que tem. E só… Nem quis rolinho, nem refri, que tem um estoque aqui em casa. R$ 15,30, com entrega… Mas realmente a comida é para um pinto, a caixinha é mínima e só vem 4 pedaços de frango. Pelo menos estava gostoso. E eu ganhei um adesivo com o cardápio pra colar na geladeira.

Quero ser Jonh Malcovich

Eu também sei desenhar no paint brush (huhuu)

Eu também sei desenhar no paint brush (huhuu)

AnaQ, eu também sei desenhar no paint brush, tá? Suas “telas” são fantásticas. Dizem muito de você e do seu mundo igualmente fantástico. Invista, um dia a gente faz uma expô virtual das suas obras!

No primeiro dia do ano…

 

Frutos do mar e legumes do Biruta

Frutos do mar e legumes do Biruta

Nada melhor, no primeiro dia do ano, que reencontrar velhos amigos e sair para botar o papo em dia. Difícil mesmo foi encontrar lugares abertos na cidade. A propósito, vou abrir uma pausa para um questionamento:  como é que uma cidade que se propõe turística, que ficou com quase 100% de seus hotéis lotados, fecha seus melhores bares e restaurantes?

Sorte nossa que o Biruta, o único representante de praia da cidade, estava aberto. Apesar do atendimento não estar dos melhores (deve ser síndrome do dia primeiro), o clima estava super agradável.  Amigo da vez que sou, fiquei só na água de coco. Mas não me furtei de pedir um espetinho de frutos do mar, que vem com abobrinha, camarão, peixe e lula, com um molho de fruta da estação (era caju ou cajá, não lembro agora!).

O Biruta fechou cedo e a noite ainda era uma criança. Tentamos ir ao Boteco, mas o pessoal de lá também não estava preparado. A movimentação ao longo do dia esvaziou os freezers e a cerveja acabou. Seguimos para o Dona Carolina que, apesar do couvert de R$ 15, fez a nossa noite terminar em grande estilo. Que venham os próximos dias de 2009.

Da passagem pelo Rio…

Apesar de não ter feito fotos em todos os lugares que passamos, vale a pena o registro:

O "nosso" feijão tropeiro do Gula gula

O "nosso" feijão tropeiro do Gula gula

GASTRONOMIA BOSSA NOVA – No primeiro dia da viagem, fomos comer no Gula gula de Ipanema, que já é praticamente uma instituição no Rio de Janeiro. Não é necessáriamente uma novidade para mim, mas sempre é muito bom voltar lá. Grata surpresa foi conhecer o cardápio novo do restaurante, que dá aquela incrementada na culinária tipicamente nacional. Desta vez, escolhi o “Nosso” baião de dois. Prato que reinventa a receita acrescentando arroz negro, feijão de corda, carne seca e linguiça calabresa “puxadinhos ” na frigideira com cubos de queijo coalho e couve frita. Vale muito experimentar, mesmo que você tenha saído da terra do baião de dois.

CREPE INDIANO - Na linha natureba que dá o tom de Ipanema, fomos conhecer o Líquido, restaurante de cozinha rápida que fica na Rua Barão da Torre, em frente à praça Nossa Senhora da Paz. Bem transadinho o lugar, o destaque fica por conta das dosas, crepes indianos feitos com massa de farinha de arroz basmati e lentilha e que podem levar ingredientes como frango ao curry, atum com castanha de caju, lâminas de abacate, tudo acompanhado de chutney de goiaba, manga ou tomate. Pra acompanhar, peça um sucão de 500ml. Ainda há opções de chás com gelo de suco de fruta.

Milk shake dos bons: mais sorvete que leite

DEPOIS DO SHOW – Como o propósito maior da viagem foi assisitir ao show da Madonna, não poderia deixar de citá-lo aqui. Mas vai ser bem en passant, até porque o que interessa mesmo é o que comemos depois de tanto pular na chuva. Pois bem, a opção “recuperar as energias” da viagem foi o Bibi Sucos. Como estava com desejo de comer um sanduíche que levasse abacaxi desde que cheguei, a pedida foi perfeita. Pedi um exagerado sanduba de filé (com queijo prato e abacaxi grelhado) com batata frita. Para acompanhar um milk shake de chocolate com bastante calda – porque ninguém é obrigado a passar tanto tempo light!!!

44 sabores para ficar indeciso

Sorvete Itália: 44 sabores para ficar indeciso

GLICOSE GELADA – Agora vem a hora das sobremesas. Apesar da chuva que insistia em cair o tempo todo, paramos em duas sorveterias que eu indico (também em Ipanema, já que nosso circuito ficou um pouco restrito). Sorvete Itália, que tem um de chocolate com amêndoas imperdível e um picolé de doce de leite bom demais.   A segunda foi a Sorveteria Brasil – é daquelas boas para quem curte sorvete de frutas… Parafraseando AnaQ:  para doces eu também tenho paladar infantil, então fiquei no chocolate de novo!

Repeteco em Ipanema

No caminho da praia, o Delirio tropical

No caminho da praia, o Delírio tropical

O nome não é dos melhores, mas o Delírio tropical é desses lugares em que a qualidade sobrepõe o clichê. Em esquema de bufê de saladas (você escolhe a combinação com um, dois ou três sabores e ainda pode acrescentar grelhados e quiches) o restaurante fica em um agradável prédio em Ipanema, na rua Garcia D’Ávila, 48. Funcionando ali desde 2003 (existem outras unidades mais antigas na cidade), as filas comprovam o sucesso do lugar. Agradou tanto que, dos cinco dias que passamos no Rio de Janeiro, voltamos lá pelo menos duas vezes.   

É que de tantas opções – e cardápios distintos em diferentes dias da semana – além do preço convidativo (a combinação mais cara saia por R$11.90, sem o grelhado), ficou difícil resistir. Além do mais, ficava a apenas uma quadra da casa em que ficamos hospedados. E como falamos em opções, aqui vão algumas disponíveis no cardápio do dia:

Uma das muitas combinações possiveis do Delirio tropical

Uma das muitas combinações possíveis do Delírio tropical

 Lívia (berinjela assada, tomate, ricota, alho poró, gergelim preto e molho de gorgonzola com maionese), Tabule delírio (trigo de quibe, quinua, pepino fresco, tomate, cebolinha, salsa, hortelã, suco de limão, azeite e sal), Yasmin(acelga, morango, manga, maçã assada, passas e molho iogurte light e frutose) e a indefectível Rodrigo (abacaxi, banana, frango, passas, granola, molho de maionese com curry).

Devassa danada!

 

Pra não dizer que não falei dos chopes

Pra não dizer que não falei dos chopes

Claro que viagem que começa corrida, termina corrida. Relaxados que estávamos após o jantar, paramos no aeroporto para tomar um chope, logo depois de fazer o check-in. Assim, o retorno seria mais tranquilo. Que? Última chamada São Paulo/Recife… E tome pagar as contas nas pressas e correr para pegar o ônibus que levava ao avião. Tudo isso por causa de uma devassa…

A insustentável leveza

Essa vai ficar lembrada como a refeição mais tranqüilizante do ano passado. Afinal, foi a única parada realmente light da última viagem que fiz a São Paulo – depois de um vôo perdido, embarque na madrugada em vôo internacional e zero hora de sono, tudo terminou bem. Antes de pegar o vôo de volta (menos de 24h depois do início desta maratona), paramos no Insalata, restaurante aconchegante de saladas e grelhados na frente do hotel onde ficamos (Alameda Campinas, 1474, Jardins).

O tempo era curto, portanto o cardápio era ideal. Escolhemos uma escolhemos uma “bruschetta especial”, com brie, mel e presunto cru. Sem comentários. Depois, foi a vez da salada. Para a salada, escolhi a “Casablanca”, composta por mix de folhas verdes, cuscuz marroquino, uva passa, frango desfiado, amêndoas, tomate cereja, pimentôes e molho à base de azeite extra virgem.

As bruschettas com pão crocante e queijo brie não levam tomate

As bruschettas com pão crocante e queijo brie não levam tomate

 

Salada de cuscuz - mistura interessante

Salada de cuscuz - mistura interessante

Receita do cheese cake de framboesa do post anterior

Fatia do cheese cake de framboesa... voou num instante

Fatia do cheese cake de framboesa... voou num instante

Ingredientes 
Massa:
  • 1 pacote de biscoito maizena (mais ou menos 200 g)
  • 100 g mateiga sem sal
  • Recheio:

  • 400 g de cream cheese
  • 2 colheres de chá de suco de limão
  • 2 colheres de chá de essência de baunilha (opcional)
  • 8 colheres de sopa de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 4 gemas
  • 4 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 8 colheres de sopa de creme de leite
  • 4 claras em neve
  • 1 lata de leite condensado
  •  Cobertura

    • Geléia de framboesa 
      Massa:  

    1. Triture as bolachas no liquidificador
    2. Despeje sobre a manteiga já derretida, misturando com as mãos até tornar a mistura homogênea o suficiente para forrar uma forma
      Recheio:  

    1. Bata o cream cheese, junte o restante dos ingredientes, reservando 2 colheres de açúcar que devem ser batidas junto com as claras
    2. No final, junte as claras em neve delicadamente sem bater
      Montagem:  

    1. Unte uma forma de fundo removível, coloque a massa no fundo e cubra com o creme
    2. Asse por uns 30 minutos em forno médio, ou até ver que ficou dourado
    3. Após esfriar um pouco, cubra a superfície com a goiabada/geléia

    * Receita repassada e executada por Giovani. Aprovada por todos.

    A tilápia e todo o sal do oceano

    Depois de uma tentativa frustrada de fazer uma tilápia com pimenta e lâminas de amêndoa (hihihi, salve o RM Express) acompanhada de arroz selvagem, tenho que me render: sou um desastre na cozinha. O peixe e o arroz até ficaram no ponto, mas eu caprichei no sal. Caprichei é só uma forma carinhosa de dizer que eu desidratei o oceano e joguei nos pratos, que ficaram “incomíveis”. Pra não dizer que estraguei, terminei beliscando o peixe como se fosse um salgadinho e entornei duas Bohemias, pra noite poder valer. Sorte que por aqui ainda tinham umas torradinhas, queijo minas e gorgonzola. O que salvou a incursão gastronômica de meio de semana. Como o brasileiro não desiste nunca… E sou brasileiro, semana que vem vou tentar refazer tudo, desta vez sem o sal. Se prestar, posto aqui!

    Cheese cake combinando com a unha vermelha de Inês (ou o contrário)

    Cheese cake combinando com a unha vermelha de Inês (ou o contrário)


    E, para a gente sair um pouquinho do sal, aí vai a imagem do cheese cake que fez o maior sucesso numa das últimas confras que fiz aqui em casa. Claro que a receita que vai no post acima não é minha.

    Devo, não nego!

    Pessoal, sei que estou em dívida com vocês… Mas é que fim de ano a gente não consegue parar né? Na seqüência, tem fotos de São Paulo, do fim de semana no meu ap (cheese cake de morrer!) e muito mais… Juro que ainda esta semana eu começo as postagens!

    Do mercado para o forno

    Ah, antes que eu me esqueça… No fim de semana passado, embora eu estivesse de plantão, arrumei um tempinho de dar uma passada no Mercado de São José, no centro do Recife. Engraçado como o mercado ganhou um outro significado depois que eu passei a ser dono de um fogão e de uma geladeira!! Pois bem. Nem estava imaginando fazer nada no sábado, mas a disposição dos frutos do mar e a vontade de experimentar novos sabores nos levaram diretinho a uma Cioba fresca (R$ 10 o kg) e alguns anéis de lula (R$ 6 meio quilo).

    Arroz de lula, depois de tudo pronto, gratinado ao forno

    Arroz de lula, depois de tudo pronto, gratinado ao forno

     O resultado foi um jantar agradabilíssimo não planejado, com cioba ao forno (bastante azeite, verduras e temperada com sal grosso) e arroz de lula. Só lamentamos porque tia Margarida não estava muito bem e AnaQ (que nem ia comer o peixe, nem o arroz, pq é vegetariana) teve que sair às pressas. Aí embaixo estão as fotos da tertúlia (a cabeça do peixe colou no papel alumínio, por isso a aparência não ficou tão legal! Mas garanto que estava uma delícia, daqueles de roer as espinhas).

     

    Cioba graúda e verduras, com direito a pimenta, muita pimenta

    Cioba graúda e verduras, com direito a pimenta, muita pimenta

    Capuccino, muito chantilly e chocolate

     

    Glicose, hã?

    Glicose, hã?

    Desci a escada rolante e eis que ela estava lá, novinha em folha. A Kopenhagen do Shopping Tacaruna agora ganhou uma cara mais “café” e a tentação estava formada. Em princípio eu havia convidado Julliana, em uma de nossas idas das quartas ao cinema, para tomar um choppinho. Mas a faringite dela não deixou e a opção foi algo mais quente. Entre as pedidas, os tradicionais cafés e chocolates e outros que vêm acompanhados de bombons, como o Nhá Benta (a variação vai de R$ 7,50 a R$ 10, os copos grandes). Eu preferi um Capuccino, por imaginá-lo menos doce do que o chocolate quente. Ledo engano. O café passa bem longe, e a doçura é daquelas bem doces, que deixam um enjôo no final. Mas não posso negar que é tudo de bom, principalmente a “colherinha” de chocolate e biscoito e os tacos de chocolate que ficam derretidos no fundo da xícara. Para raspar até o fim.

    Sessão para adoçar a tarde

     

    É por essas e outras que eu gosto de festa de criança...

    É por essas e outras que eu gosto de festa de criança...

    Dia desses chegou na redação uma caixinha supercolorida, quase no fim do expediente. Festa geral quando a gente abriu e viu que estava cheio de chocolates deliciosos. Quase não deu tempo de fazer a foto, tamanha pressão para o rateio das gostosuras. Dividi, é claro, mas experimentei um de cada antes. ;) Os docinhos em questão são do Canto da Traquinagem e o presente foi para divulgar que eles agora são assinados por Maria Helena Mendonça, Silvana Carvalho e Marina Leal. Experimentados e aprovados!

    Patrimônio do Derby

    Eu joguei “Picuí” no Google e descobri que se trata de um município da Paraíba que fica na região do Sertão do Seridó. Talvez seus 18.987 habitantes nem concordem, mas é no Recanto do Picuí (aqui mesmo no Recife, ali no Derby, ou nas suas outras unidades paraibanas) que se come a melhor carne de sol do Nordeste (é o que diz a propaganda e corroborou o nosso voraz apetite, ontem). De fato. pedimos um Filé de carne de sol completão (R$ 55,90) que, jurou o garçom, servia bem de três a quatro pessoas. No nosso caso, ninguém era café-com-leite, e deu de sobra. Entre os acompanhamentos, feijão, arroz, pirão de queijo (nham!), paçoca (carne seca com farofa), macaxeira cozida de derreter, ainda farofa vinagrete, manteiga de garrafa e batata-frita. Sim, era muita coisa mesmo. Até difícil fazer uma combinação com tantos elementos.

    Carne de sol com tudo dentro

    Jurei que não iria tirar mais foto de celular, mas não resisti à carne de sol

    O ambiente é super simples, mas vale à pena pela comida – a carne de sol é macia e o pirão de queijo é coisa de outro mundo. Me corrijam se eu estiver enganado, mas não é tão comum encontrar esse acompanhamento nas casas de carne daqui do Recife (lembro-me agora do Entre Amigos, que parece que tem, vou checar!!).

    Fomos lá na hora do jantar, por volta das 20h, e estava vazio. Lá pras 21h é que começou a chegar mais gente. Mas vamos dar o crédito, era uma segunda-feira e o tipo comida cai melhor na hora do almoço.

    Recanto do Picuí
    Endereço: Praça do Derby ,253 – Derby
    Telefone: (81) 3423-5165

    Nicole coisa linda

     

    Eu sei que não tem nada a ver com comida, mas não dá vontade de morder?

    Eu sei que não tem nada a ver com comida, mas não dá vontade de morder?

    E o domingo…

    Fusilli ao molho picante de tomate cereja

    Fusilli ao molho picante de tomate cereja

    O domingo vai merecer um post só dele. Pudera. Com os restos da geladeira da farra do dia anterior, terminamos criando uma receita pra lá de potente. Um fusilli ao molho picante de tomate cereja. Pelas fotos que não me deixam mentir vocês podem imaginar como estava gostoso. A receita, para quem quiser tentar repetir, segue abaixo, juntamente com uma foto em close do molho “mara”. (Não resisti!)

     

    Detalhe do resultado do molho, com toque de parmesão

    Detalhe do resultado do molho, com toque de parmesão

    Molho (para duas pessoas):
    AZEITE EXTRA VIRGEM
    3 DENTES DE ALHO
    1 CEBOLA INTEIRA
    1/3 DE BERINJELA PQNA
    1 PIMENTÃO VERMELHO MÉDIO
    15 TOMATES-CEREJA
    1 COLHER GRANDE DE MOLHO DE PIMENTA
    1 COLHER DE MOLHO DE TOMATE
    1 XÍCARA DE VINHO BRANCO 
    MIX DE PIMENTAS MOÍDAS

    Como fazer:

    Com o azeite quente, siga a ordem dos ingredientes. Deixe refogar bastante e coloque em cima do fusilli.
    Nem combinava, mas como era a única opção da geladeira, fechamos com um Bordeaux superior. Pronto, falei!

    Nem combinava, mas como era a única opção da geladeira, fechamos com um Bordeaux superior. Pronto, falei!

    O fim de semana que começou na quinta

    É… Esse foi daqueles fins de semana intensos. Começou com uma folga na sexta-feira e almoço no Quanto Prima, para encher o cartão de fidelidade. Terminou que, mesmo completinho e com direito a uma refeição grátis, pra variar, eu perdi o prazo, que foi ontem, segunda-feira. Mas ok! Vamos voltar ao fim de semana, e perdoem-me a imprecisão na seqüência dos fatos.

     

    Uns vinhos depois...

    Uns vinhos depois...

    Na sexta-feira à noite houve uma festinha na casa de novos amigos que, depois de algumas taças de vinho (acompanhadas de torradas da Padaria Santa Cruz, carpaccio e patês), já eram companheiros de berço e chupeta! Todo mundo fez terapia de grupo e em poucos minutos descobrimos que nossas vidas haviam se cruzado na maternidade. Sobriedade do álcool, eu sei. E convites para emendar a farra no fim de semana.

    A mãozinha da Netuno

    A mãozinha da Netuno

    No sábado, 11 pessoas em um apartamento que cabem 4 e uma paella para rechear os estômagos dos famintos ressacados depois da piscina. Sorte que a Netuno existe e aprontou um kit-paella (R$ 19,90 no Bompreço e R$ 17 e pouco no RM Express, na Mário Melo) com tudo que que a praticidade pede – rende para quatro pessoas, mas nesse caso deu pra todo mundo.

    Vale dizer que a “festinha” só começou pra valer às 14h30 e o almoço só foi sair perto das 17h. À noite, enquanto a turma dos resistentes ainda permanecia no ap, ainda pedimos uma pizza no Habbib’s (aquela que chega em 28 minutos) de quatro queijos. Beber abre o apetite, heim?

    Sushi com pimenta

    Não chega a ser uma novidade, mas não é tão comum os restaurantes/bares do Recife firmarem parcerias com marcas que ofereçam produtos que não tenham relação direta com a gastronomia. Essa conjunção é a aposta do  Sumô sushi-bar com a loja de óculos escuros Chilli Beans. Tudo a ver com o público da casa. Ao pedir um combinado Chilli Beans, os clientes ganham um case especial com as duas marcas mais um brinde surpresa (ninguém quis me adiantar!). Na quarta-feira que vem vou lá conferir o tal uramaki hot Chilli Beans (sushi com pimenta?) e as outras 22 peças variadas + 13 sashimis que fazem parte da combinação (R$ 54,20). Nhammm!

    Cartaz da promo!

    Cartaz da promo!

    Cantina Star: madrugada no centrão

     

    Parmê na medida da sua fome

    Parmê na medida da sua fome

    Festinha que acaba de madrugada e uma fome de matar. Onde vamos parar? Pelo menos das três últimas vezes que varamos a noite, nosso grupo oficial (Eu, AnaQ, Gigio, Petty e Marcelo) terminamos caindo no Ilha da Kosta, em Boa Viagem. O filé a parmegiana da casa, que funciona 24h, é daqueles bem robustos, para pessoas com estômagos vazios. Acho que até já postei algo sobre isso aqui…

    Mas a bola da vez, isso quando as festinhas são na ZN, foi a recém-descoberta (por mim, pelo menos, embora saiba que ela sempre esteve lá) Cantina Star, na Conde da Boa Vista. A qualidade do prato nem se compara ao do primeiro restaurante, mas cai muito bem na situação descrita acima, sobretudo em relação ao preço. Um “parmê” sai por R$ 19,90 e se é para ir ao fundo do poço, dá pra pedir uma Coca de 2 litros também. O gosto de cominho não nos deixa esquecer que estamos em uma casa bastante popular. Mas como a fome costuma ser o melhor dos condimentos, volto lá, sem restrições.

    Petit comité, mas um barulho enorme

    Brusquetas para abrir o apetite

    Brusquetas para abrir o apetite

    Minha casa é daquelas tamanho ovo. Por isso, vai sendo inaugurada aos poucos. Em uma dessas farrinhas petit comité, inventamos de inaugurar o sofá (cada móvel é motivo de festa!). E para abrir, brusquetas ao molho de tomate e queijo parmesão (a gente encontrou no supermercado um tipo que não é daquele fininho, que vende em pacote, nem é do original, ralado na hora, mas é muito digno).

     

    No improviso, até que ficou bem apresentado

    No improviso, até que ficou bem apresentado

    Como o despreparo da minha cozinha ainda é grande, cada um tratou de levar os ingredientes. O prato principal foi esse arroz 7 cereais super adubado com abobrinhas e pimentões e um frango. Vou abrir o jogo: o frango foi daqueles Sadia, marinados e já prontos. Mas o carinho conta no sabor final! :)

    Resultado, mais uma farra daquelas para ficar registrada. Minha vizinha que o diga. Ela teve que aturar a todos gastando as energias no “palco” improvisado na cozinha.

    Cliente: esqueça o psiu e use o Smart-Bell

    Depois do Smart-Bell eu fiquei muito mais tranqüilo

    Depois do Smart-Bell eu fiquei muito mais tranqüilo

    Bom garçom, em bom restaurante, lê pensamento. Nem precisa pensar duas vezes. Ele já vem de pronto, com aquele vinho que você só imaginava querer. Mas como nem sempre na vida real é assim, algumas casas já andam inventando moda. Para livrar os seus clientes dos acenos, piscadelas e constrangedores “ei fera, tou chamando faz uma hora…”, a aposta é simples. No Josephine Bistrô (que também fica em São Paulo), para chamar o “amigo”, basta usar o Smart-Bell, também conhecido como o botão do garçom.

    Ao clicar na espécie de campainha instalada na mesa, um sinal é emitido para o relógio que fica no pulso do garçom. O relógio indica o número da mesa que está chamando e ainda vibra, para alertar aos mais desatentos – ainda bem que não dá choque. O dono do restaurante, que serve cerca de 10 mil refeições por mês, disse que conseguiu aumentar o faturamento em 20% depois da instalação do equipamento.

    EM JOÃO PESSOA – O Smart-Bell, tecnologia criada na Coréia, tem, no Mangai, em João Pessoa, um concorrente menos silencioso. Lá, os garçons não atendem por psiu, amigo, chefe ou coisa parecida. Em cada mesa, no lugar da campainha, um sininho daqueles que ficam no gado. As crianças adoram!

    Que tal receber receitas pelo celular?

     

     

    Pelo celular, receitas para tentar repetir em casa

    Pelo celular, receitas para tentar repetir em casa

    Os clientes que forem ao Alimentari, do chef Sergio Arno, em São Paulo (por aqui, assina a instalação do La Pasta Gialla e do Boteco da Pizza), já podem voltar para casa com algumas receitas do restaurante. Aos interessados, basta ativar o Bluetooth do celular para receber o mimo. 

    Entre as opções: salada de presunto crú com vinagrete de amora; bruschetta de berinjela parmigiana; risotto de camarão com manga; tagliolini ao gengibre tomate e brócolis; risoto de bacalhau; risoto de camarão; camarão crocante de quinoa; tagliatelle tinta de lula ala vodka e ovas de salmão e tagliatelle integral com frango ao curry.

    Resta saber quando a novidade chegará por aqui.

    Quem for por Sampa e quiser experimentar, o restaurante fica na Rua Pedroso Alvarenga, 500, Itaim Bibi. O telefone é 3167.3609.

    Retomando o almoço no Nez…

    Crisps de presunto de parma, cream cheese e torradinha

    Crisps de presunto de parma, cream cheese e torradinha

    Como bem me relembrou Inês, fiquei devendo algumas fotos do almoço de sexta-feira. A pedida desta vez, além do queijo queimado no maçarico, foram as torradas com cream cheese e crisp de presunto de parma. Na hora em que o chef Roberto Durán chegou para apresentar o prato (na foto abaixo), um casal da mesa ao lado terminou seduzido pelas cores. Ele quis saber o que era e lamentou já ter pedido o prato principal. Ela jurava que era uma sobremesa – creme com morangos.

    Roberto Durán, fazendo bem feito na cozinha do Nez

    Para o prato principal, a sugestão foi o Mignon ao Pepe Bicolori, um filé mignon grelhado ao molho de cabernet sauvignon e pimentas verdes e rosas com de arroz de castanha. Acompanhado do francês Les Bateaux, fechamento de semana com chave de ouro.

    Pimentas, arroz e castanha no filé alto

    Pimentas, arroz e castanha no filé alto

    … e não pense que parou por aí! Tortinha de maça, para a gente ter certeza que pecou bem pecadinho.

     

    Torta de maçã com sorvete de creme. A última tentação

    Torta de maçã com sorvete de creme. A última tentação

    Risoto de funghi by Gigio

    Ingredientes
    Azeite de oliva (like a virgin)
    1 pacote de funghi
    2 cebolas médias
    1 caixinha de arroz arbório
    1 copo de vinho branco seco
    500 ml de caldo de legumes
    200 g de tomate seco
    Sal o suficiente
    Alecrim para decorar

    Modo de Preparo
    1 – Fatie o funghi (já hidratado) e corte os tomates secos em pedacinhos
    2 – Aqueça o azeite de oliva e passe a cebola e o funghi 
    3 – Retire o funghi, reserve e no mesmo azeite acrescente o arroz e frite bem
    4- Junte o vinho branco, mexa e deixe cozinhar em fogo lento com a panela destampada
    5 – Vá adicionando o caldo de legumes sempre que necessário
    6 – Na metade do preparo adicione os tomates secos picados e deixe o arroz terminar seu cozimento, porém não deixe que seque completamente
    7 – Acrescente o funghi reservado e tampe a panela, retirando do fogo
    Espere o arroz descansar por 3 a 5 minutos e sirva imediatamente, decorando com alecrim.

    O prazer das confrarias

    Risoto de funghi, tilápia e batatas

    Risoto de funghi, tilápia e batatas

    Mesmo tendo que acordar muito cedo amanhã logo mais, não poderia deixar de registrar aqui mais uma daquelas pausas no meio da semana para um encontro gastronômico em petit comité. Em plena quarta-feira, conseguimos juntar o grupo-dos-cinco-e-meio (tinha um garotinho café-com-leite na história) ao redor de um fogão para preparar um risoto de funghi e tomates secos. Ok, alguém pode me lembrar que a receita original era com shitake. Mas nem o Pão de Açúcar nem o Bompreço nos ajudaram na empreitada. Na Casa dos Frios tinha, mas custava R$ 48 o quilo, para uma receita que iríamos usar uns 500 gramas. Preferimos um investimento mais barato. Para acompanhamento escolhemos umas postas de tilápia frescas (R$ 17,90 o quilo no Pão de Açúcar) e mini-batatas (umas 12 saíram por R$ 0,57) ao forno. O molho tártaro (pronto, R$ 4, e nem tava tão legal assim) deu o toque final do prato. No fim das contas, o negócio agradou muito e saimos com aquela sensação de que não deveríamos exagerar tanto assim no repeteco. Gigio, estou cobrando a receita do risoto pra botar aqui, viu?

    De sobremesa, sorvete de Sonho de valsa com um taco de chocolate meio-amargo

    De sobremesa, sorvete de Sonho de valsa com um taco de chocolate meio-amargo

    Sabe aqueles dias em que você tem vontade de comer a geladeira?

    Para começar bem a semana…

    Essa entrada vai me forçar a comprar um maçarico

    Essa entrada vai me forçar a comprar um maçarico

    Apesar de funcionar para almoço apenas nas sextas e domingos, resolvi iniciar a semana com as fotos que tirei no Nez, na semana passada. Para abrir o apetite, a entradinha preparada pelo chef Roberto Durán, que traz queijo prima-donna com açúcar, queimado com um maçarico. As outras fotos vêm depois…

    Dicas preciosas para evitar o troninho

    Acordei com uma crise gastrointestinal (hehehe) e terminei levando a minha Revista da Semana para o banheiro. O engraçado é que o texto que mais me chamou a atenção foi justamente um sobre… crises gastrointestinais – ou como fugir delas. A nota fala sobre um manual de sobrevivência em restaurantes desconhecidos, montado por Ricardo Castanho, do Guia Quatro Rodas.  Caiu como uma luva. Posso perder as contas das vezes que viajei (até mesmo para uma praia ao lado) e me aventurei por pratos e combinações que me fazem tremer até hoje. Do ovo de codorna molengo, totalmente contra as regras da Anvisa, até o baconzitos gigantesco, banhado em óleo de maiz, na Cidade do México. Ambos me deram horas de suplício, no último caso, no avião de volta ao Brasil. Inesquecível.

    Nem concordo com tudo, mas tenho que dar razão a alguns tópicos

    Nem concordo com tudo, mas tenho que dar razão a alguns tópicos

    Depois de ler as dicas do guia, confira abaixo o que você NÃO deve fazer.

    O povo ainda recheia com limão e bastante chili

    O povo ainda recheia com limão e bastante chili

     

    A prova do crime que me sentenciou a um retorno "de rei"

    A prova do crime que me sentenciou a um retorno de rei

    Pausa para o almoço

    Quem disse que figurinha repetida não completa álbum? Em se tratando de restaurantes, sempre há uma novidade para você engordar as folhas do seu almanaque. Esse nariz de cera foi só pra dizer que hoje vou voltar ao Nez, desta vez para almoço. Vou correndo hoje porque o cardápio da casa vai sofrer alterações, agora em novembro. Logo mais, confiram as pedidas…

    Uma luz diferente para o almoço

    Uma luz diferente para o almoço

    Ah, ia até esquecendo! A semana que vem será agitada aqui no blog. Meus 5 leitores vão poder acompanhar uma “maratona” gastronômica em alguns restaurantes bacaninhas na ZN. Nem se compara ao Jantar do Século, que está sendo preparado em Sampa, mas certamente será um período intenso.

    Para um fim de noite na ZN

    Nachos com creme de iogurte

    Nachos com creme de iogurte

    A noite hoje terminou regada a molhos, nachos e pimenta. Ainda não tinha ido ao El Chicano – apontado por muitos como o melhor na categoria de comidinhas mexicanas do Recife. Apesar de não estar com grande apetite (o jantar no refeitório me fez esse favor), ainda consegui experimentar uns nachos, com vários tipos de molho, com destaque para o de iogurte. Em seguida, a pedida foi um burrito, com recheio de frango, tomates e queijo cheddar, acompanhado de alfaces e um molho levemente picante. O prato, talvez por conta do cheddar, estava com o sal um pouquinho acima do ponto – e aí um chopinho caía bem para lavar a boca. :)

    Num prato bem rústico, a melhor comida mexicana é a brasileira

    Num prato bem rústico, a melhor comida mexicana é a brasileira

     Mas a grande descoberta da noite, para mim, foi a bolotinha aí abaixo. A pimenta “biquinho”, com cheiro característico que desentope até o nariz, pasmem, não arde. É ideal para usar em molhos ou até comê-la pura como aperitivo. Chico, o gerente da casa, disse que vai experimentar usá-la em algum novo drink. Deve cativar.  

     

    Até quem passa quilômetros longe de pimenta pode experimentar essa dai

    Até quem passa quilômetros longe de pimenta pode experimentar essa daí

    Para quem quiser conhecer, o El Chicano fica na Zona Norte, na rua Sebastião Alves, 45, Parnamirim. O telefone de lá é 3269.5311.

    A pedidos, doces…

    Vivi me lembrou bem, em um comentário nos posts aí debaixo. Fiquei devendo os doces do aniversário de Lucas, comentado láaa no início do mês. Como a época é de pagar dívidas, vamos engordar com os olhos:

     

    Os salgados foram da Simone Barros, em Olinda. Valem pelo custo x sabor

    Os salgados foram da Simone Barros, em Olinda. Valem pelo custo x sabor

     

    O bolo veio da Dalena, ali na rua da Hora. Um pecado

    O bolo veio da Dalena, ali na rua da Hora. Um pecado

    o negócio é um acinte de bom

    E a imagem não me deixa mentir: o negócio é um acinte de bom

    De mundos, idades e referências

    É… acho que estou ficando velho. Isso acontece quando a gente inventa de procurar referências da infância em tudo. Outro dia, estava passando perto de uma escolinha de bairro e vi um garoto com um dudu (sabe aquele picolé vermelho que vem numa espécie de garrafinha? – foto abaixo). Parei o carro pra perguntar onde ele tinha comprado e, minutos depois me vi catando moeda (R$ 0,60 cada) para levar uns dois pra casa. De morango, claro. Já no meu quarto, preparei todo um ritual, como se fosse uma sessão de regressão. Botei o dudu num copo, cortei com a tesoura e viajei mesmo… Ao tempo que saia da escola e voltava a pé pra casa. Comprava uns dois e ficava na esquina, saboreando aquela tinta com gelo… Não podia chegar em casa com aquilo, porque senão era bronca na certa. “Hora de almoço e você comendo besteira, menino?”

    suco de fruta natural, natural

    Dudu: suco de fruta natural, natural

    Mas como eu estava muito saudosista, parece que parte das referências (e aí não tem nada a ver com as gastronômicas) começaram a sair do ralo, literalmente. Na hora que fui jogar a embalagem do dudu no lixo, eis que sai um tatuzinho (sabe-se lá o nome científico desse bicho) da pia. Nunca mais eu tinha visto um desses (assim como os soldadinhos, que são mais freqüentes e também povoaram minha infância).  Claro que peguei o danado para registrá-lo e nunca mais esquecer que eu fiz vários antepassados dele sofrerem, nas minhas caixas-de-mundo, aquários cheios de areia e plantas, onde eu tentava reproduzir ecossistemas perfeitos. Claro que “todo mundo” morria. Não fosse pela falta de espaço, era pelas condições impossíveis de sobrevivência em um aquário cheio de gás carbônico e espécies que comiam umas as outras. Uma aula que serviu para o resto da vida.

     

    o tatuzinho passeando ao lado do meu iPod

    Passado e presente: o tatuzinho passeando ao lado do meu iPod

    Pizza grátis

    Parla Pizza, atrasou, mandou de graça

    Parla Pizza, atrasou, mandou de graça

    Sabe aqueles dias em que você quer comer qualquer coisa, menos ir no refeitório da empresa? Pizza surge quase sempre como uma opção razoavelmente barata e rápida. Mas também existem aqueles dias em que quase nada dá certo. Eu e Inês resolvemos “almoçar” uma pizza. Eu sugeri Habbib’s, porque entrega em 28 minutos. Mas terminamos chegando ao consenso de pedir uma na Parla Pizza, que ela já havia experimentado e falou muito bem da massa.

    11h50 – a primeira ligação (4002.3399) . Preenche cadastro, escolhe o sabor, e vamos esperar… 
    12h30 – o estômago pregado nas costas, e nada da pizza.
    14h – decidimos cancelar.

    Ainda bem que nem tudo está perdido. Duas horas depois de termos efetuado o pedido, a gerência da loja nos pediu desculpas pelo atraso e disse que dessa vez a pizza sairia de graça. Depois de tanta demora, nosso medo é que ela já tivesse virado picolé, de tão fria.

    O frango vem coberto por uma quantidade generosa de mussarela

    O frango vem coberto por uma quantidade generosa de mussarela

    Mas não estava. A pizza é das boas (metade frango com queijo e metade portuguesa), a massa fofinha (é um dos estilos deles, q não optaram pela fina-crocante) e a gentileza fez com que a gente relevasse a vontade de não pedir mais lá. O descrédito foi transferido para o trânsito da cidade, que está cada vez mais caótico.

    Banquete na Torre Malakoff

    Minhas entradas garantidas para os 3 dias

    Minhas entradas garantidas para os 3 dias

    Três dias para fechar com chave de ouro o Festival Gastronômico de Pernambuco. Gente bacana, lugar bem decorado, comida interessante e está fechado o programão. A movimentação aconteceu na Torre Malakoff, ali no Recife Antigo, na sexta, sábado e domingo. No primeiro dia, comida popular (arrumadinho, quebra-queixo, queijo coalho) e a maior movimentação dos três. Talvez pelo preço e pela curiosidade do público (R$ 8,90 para bufett livre). 

     

    Vista panorâmica da área onde eram preparados os pratos

    Vista panorâmica da área onde eram preparados os pratos

    Até o governador Eduardo Campos deu uma passada por lá e terminou antecipando a programação do segundo dia, que foi dedicada ao macarrão. Vestido de doma (aquela roupa branca dos chefs), Eduardo preparou um penne sob forte esquema midiático (tinha fotógrafo e cinegrafista pra todo lado). Depois sentou-se confortavelmente em uma mesinha e, segundo fontes oficiais (eu já havia saído há bastante tempo), foi um dos últimos a deixar a arena, só depois que uma chuva ameaçou cair.

     

    só faltou mais um pouco de sal no molho

    O penne preparado por Eduardo: só faltou mais um pouco de sal no molho

    Depois de dar uma passada na arena, seguimos para o Anjo Solto, para apresentar a casa, seus pratos e o clima do lugar a um grupo de jornalistas que veio cobrir o festival. De barriga cheia (e não poderia ser diferente) a única coisa que experimentei foi uma sobremesa.

     

    Pêra ao vinho e sorvete de creme, para fechar a noite "popular"

    Pêra ao vinho e sorvete de creme, para fechar a noite

    No sábado e domingo, a vez da comida italiana (aí tivemos brusquetas e vários tipos de massa) e por fim o banquete de comidas portuguesas, com vinhos e espumantes do Vale do São Francisco à vontade. O único senão foi o medo dos fiscais da Lei Seca depois…

    Tang tudo

    As frutas do Nordeste (leia-se graviola, caju, cajá, pitomba) podem até parecer exóticas ao gosto lá de fora. Por aqui, algumas nem chegam a ser unanimidade. Mas foi com simpatia que recebi, há umas semanas, uma caixinha com um copo de vidro e dois pacotinhos de Tang, adaptados para esse tal gosto nordestino. Na embalagem, a mistura em pó do Tang Sirigüela. Levei pra casa e tratei de botar tudo no liqüidificador, com bastante gelo e um litro de água (não precisa adicionar açúcar). Feito isso, botei a turma de casa para provar. Uns olharam com estranheza, outros tomaram sem nem perguntar. O resultado final foi um “ah, até que é bom…”. Aprovado. Acho ainda que dá para misturar com um pouquinho de vodka e termina ficando um drink legal, refrescante, pelo menos.

     

    Mistura ficou bem refrescante

    Mistura ficou bem refrescante

    Outros sabores de Tang: abacaxi, cajá, caju, goiaba, graviola, laranja, laranja com manga, com cenoura e com mamão.  Limão, manga, maracujá e pêra. Pêssego, tangerina e, ufa, uva.

    Cumprindo a promessa

    Essa eu estava devendo… Saí para a arena popular e nunca mais voltei. Fiquei em falta com o restante das fotos do Oficina do Sabor. Que agora estão aqui, devidamente postadas.

     

    Legumes (abobrinha e pimentão) envolvendo o delicioso creme de bacalhau

    Legumes (abobrinha e pimentão) envolvendo o delicioso creme de bacalhau

     

    O cascão de siri. Esse, "prato da casa".

    O cascão de siri. Esse,

     

    Para acompanhar, a capirosca-com-todas-as-frutas que você só encontra no Oficina

    Para acompanhar, a capirosca-com-todas-as-frutas que você só encontra no Oficina

     

    A chef Dulce é uma simpatia, mas preciso dizer que o porco com molho citrico de limão ficou muuuito citrico para o meu paladar. Preferi a segunda opção, que foi um filé com abóbora grelhada

    A chef Dulce é uma simpatia, mas preciso dizer que o porco com molho cítrico de limão ficou muuuito cítrico para o meu paladar. Preferi a segunda opção, que foi um filé com abóbora grelhada

     

    Nada que uma sobremesa como esta (uma cocadinha com maracujá e bolo de sorvete de coco sobre massa fininha) não nos faça esquecer que a vida é mais doce do que azeda...

    Nada que uma sobremesa como esta (uma cocadinha com maracujá e bolo de sorvete de coco sobre massa fininha) não nos faça esquecer que a vida é mais doce do que azeda...

    Oficina: quase uma instituição

    Falar da Oficina do Sabor, em Olinda, é quase que cair no lugar comum. Não tem jeito. César Santos é unanimidade, as comidas, idem, e o local, nem se comenta. Eis que na terça-feira passada recebi uma intimação irresistível para ir conhecer o cardápio montado pela chef convidada Dulce Helena Martinez (Le Foyer – SP), para o Festival Gastronômico de Pernambuco.

     

    Queijo coalho com ervas para abrir o apetite

    Queijo coalho com ervas para abrir o apetite

    Os detalhes e as fotos eu boto depois, porque acabaram de me ligar dizendo que se eu não corresse, perderia o segundo dia da “arena popular” que está rolando lá na Torre Malakoff, no Recife Antigo. Hoje é o dia do Macarrão, então já viu… Massa nele! 

    Até daqui a pouco!

    Para ficar zen

    O bom e velho sunomono misto para abrir

    O bom e velho sunomono misto para abrir

    Esta semana voltei ao meu restaurante japonês preferido: o Zen (Rua da Hora, 295 – 3427.3377). E nem foi para comemorar os oito anos da casa. Sabe aquelas pesquisas recall de marca? Deu vontade de comer sushi, você vai pra onde? 

    Esse é o tempura de camarão com molho de mostarda

    Esse é o tempura de camarão com molho de mostarda

    Pois então, fomos parar lá, eu e Inês. Para variar, a casa estava lotada. Resultado do rodízio (R$ 19,90) relativamente barato e com personalidade. Os pratos sempre vêm muito bem apresentados e a comida é uma delícia.

    Uma das novidades do cardápio, o acelga maki

    Uma das novidades do cardápio, o acelga maki

     O único senão é que eles não fazem sushi de polvo, uma pena. Mas a quantidade de itens (inclusive temakis) compensa qualquer ausência.  

    Se for de temaki, escolha o Zen

    Se for de temaki, escolha o Zen

    Uramaki de camarão empanado e cream cheese

    Uramaki de camarão empanado e cream cheese

    Se você depois de tudo ainda aguentar um sushi sobremesa, arrisque-se por uma das opções de romeu e julieta (queijo e goiabada) da casa: ou do tipo empanado ou tipo uramaki. 

     

    Queijo, goiabada e polvilhado com canela

    Queijo, goiabada e polvilhado com canela

    … e depois ao paladar

     

    Arroz encorpado como um vinho e filé com queijo Prima donna

    Arroz encorpado como um vinho e filé com queijo Prima donna

    Do cardápio, só sabia que queria uma carne vermelha. Deixei que Célio Vasconcelos, um dos nossos anfitriões da noite, escolhesse o prato, esse filé com o queijo holandês Prima donna acompanhado de um risoto ao vinho. Desnecessário dizer que não me arrependi da escolha.

    Petit gateau de Nutella. A escolha certa para quem não quer arriscar

    Petit gateau de Nutella. A escolha certa para quem não quer arriscar

    E para o final, uma surpresa. Além do petit gateau de Nutella (o mais pedido na mesa), reservamos espaço para a sobremesa de graviola e para uma novidade, apresentada em primeira mão, que foi o Crème brûlée de pêra, na foto abaixo. Ainda em fase de concepção, deve integrar o novo cardápio da casa, que sai agora em novembro. Mais motivos (como se fossem necessários) para quem ainda não conhece o Nez ir lá, urgentemente.

    Crème brûlée, preparado pelo jovem chef Roberto Durán

    Crème brûlée, novidade preparada pelo jovem chef Roberto Durán

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